02.02.10
Novidade no blog: as pregações no Mosteiro
Passaremos a inserir as gravações das homilias dominicais do Mosteiro de Nossa Senhora da Fé. A primeira que apresentamos é a do Domingo da Septuagésima (no Calendário Tradicional Romano), proferida no dia 31 de Janeiro. Procuraremos inserir estas pregações o mais rápido possível, se possível no mesmo dia.
CNL – OPN
31/01/2010 Homilia do Domingo da Septuagésima.http://www.4shared.com/file/213801957/bf7c2df4/Homilia_CNSL_100131.html
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01.27.10
Hagiografia do Mês de Fevereiro – 2010
1° de Fevereiro – Santo Inácio de Antióquia, Bispo e Mártir (+ entre 110 e 118)
Santo Inácio de Antióquia, natural da Síria, é uma das figuras mais empolgantes e simpáticas do tempo apostólico. Discípulo dos apóstolos, era Santo Inácio o segundo sucessor de São Pedro na sede episcopal de Antióquia, que, naquele tempo chamada “Rainha do Oriente”, era, depois de Roma, a cidade mais importante do Velho Mundo.
São muito poucas as datas que a história nos transmitiu, sobre a vida deste santo. Escritores antiquíssimos querem ver em Santo Inácio aquele menino que o Divino Mestre apresentou aos Apóstolos, quando estes entre si disputavam a primazia no Céu e lhes disse: “Aquele que se humilhar como este menino, será no Reino dos Céus o maior”(Mt. 18,4). certo é que Santo Inácio foi contemporâneo dos Apóstolos; não só os conheceu mas como a seus mestres, tinha-lhes grande veneração. Não é certo ter ele sido companheiro e discípulo de São João Evangelista. Inácio é conhecido também pelos nomes de Nurono (palavra síria que significa, Inácio, fogo). Ele mesmo se dá a si nome de Teóforo. A vida de Santo Inácio, em particular a gestão da Igreja de Antióquia, coincidiu com a perseguição religiosa decretada pelo Imperador Trajano.
Com Trajano (98-117), subiu ao trono o protótipo do espírito romano, com sua face luminosa e tenebrosa, o espírito de sabedoria e mesquinhez, o espírito prático e superficial, o espírito defensor do direito e da justiça, e ao mesmo tempo tirânico, e de dureza implacável. Trajano, soldado por excelência e habilíssimo administrador, era inimigo figadal de toda a espécie de associação e seleção partidária, exigindo de todos sujeição incondicional às tradições e determinações governamentais. Natural era, pois, que não pudesse viver em boa paz com a religião dos cristãos. Se, porém, a perseguia, esta perseguição não era violenta e impetuosa, como de outros imperadores, seus antecessores e sucessores; mas era mais calculada e persistente que a deles. As seguintes palavras, dirigidas a Plínio, Legado imperial da Bitínia, caracterizam-lhe o modo de agir: “Não convém dar busca aos cristãos. mas acusados e examinados, devem ser condenados à morte, caso não queiram largar do Cristinanismo”. Assim se explica porque a perseguição de Trajano não se generalizou no império inteiro; em compensação era mais lenta e parcial, dependendo mais das autoridades locais, do que da ordem expressa do Imperador (Meshcler).
Uma das vítimas da perseguição de Trajano foi Santo Inácio. Acusado e condenado em Antióquia, foi levado a Roma, onde sofreu o martírio, sendo Sura e Senécio cônsules. Escoltado por 10 soldados, fêz a viagem à capital do império, sendo por toda parte recebido festivamente pelos cristãos por onde passva. De Selêucia, perto de Antióquia, o navio transportou-o a Smirna, onde se encontrou com o bispo Policarpo, e recebeu as numerosas comissões, que as igrejas da redondeza tinham delegado para saudá-lo. De Smirna chegou a Troas, de onde dirigiu diversas epístolas aos Filadélfios, a Policarpo e aos Smirnenses. A viagem prosseguiu por mar até Macedônia, e só após onze mêses chegou a Roma. Embora sujeito a uma rude escolta de soldados ímpios e desalmados, Inácio transformou a viagem de tortura em percurso apostólico. As sete admiráveis epístolas que escreveu (A Smirna, a Filadélfia, a Policarpo, aos efésios, magnesianos, tralianos e romanos), são o reflexo do grande amor que consagrava a Jesus Cristo e à Santa Igreja. Em todas elas manifesta um zêlo extraordinário pela salvação das almas, e pela conservação da fé pura.
Quando Inácio chegou a Roma, a cidade dos imperadores estava em grandes festas. Terminada a vitoriosa campanha contra os Dácios, o imperador Trajano regalava o povo com festas estrondosas durante 123 dias. Os anfiteatros regorgitavam, e mais de 10.000 gladiadores deixaram a vida nos combates com as feras. De todas as províncias vinham os atletas; os governadores dos países mais longínquos mandaram feras, prisioneiros, sentenciados e criminosos para a metrópole. É provável que a viagem de santo Inácio obedecesse à ordem do governnador de Antióquia que, querendo também pagar tributo à festas do triunfo, mandou o Bispo daquela cidade.
Chegou o dia 20 de dezembro, dia em que Inácio devia comparecer no Coliseu. Lá estava, no meio de arena. Ele, o Bispo de Antióquia, o discípulo de São João, o intrépido mártir da fé.
Para onde quer que se voltasse, o seu olhar sereno e calmo se lhe cruzava com o olhar de milhares e milhares, sedentos do seu sangue, pedindo-lhe a morte.
Já aparecem as jaulas, que trazem preso o rei do deserto. Abrem-se os gradis e as feras sequiosas do sangue das pobres vítimas, sobre elas se precipitam, com uivos que fazem gelar o sangue nas veias. Santo Inácio espera-as, com calma e santo desejo. Elevadas as mãos ao céu, recomenda o espírito ao Divino Mestre, com quem deseja estar unido. Momentos depois poucos vestígios de sangue na branca areia marcaram o lugar, onde o santo mártir exalou o último suspiro e onde sua alma puríssima encetou o vôo sublime às alturas do Reino do Céu.
Aqui e acolá se vê um ou outro osso esparso, que dá testemunho da prontidão com que as feras cumpriram o desejo do Santo. Horas depois se vê um pequeno grupo de cristãos entrar na arena do anfiteatro, agora deserto, para retirar e guardar as santas relíquias do Bispo de Antióquia. Que contraste: de um lado um pequeno grupo de cristãos reunidos ao redor da urna que contém os restos mortais de um santo mártir – e do outro a sociedade romana, ébria de poder, riqueza e prazeres, saciando os olhares no anfiteatro, onde um pobre velho é atirado às feras.
As relíquias de Santo Inácio foram transladadas para Antióquia.
Algumas partícluas dessas relíquias descansam à sombra do terrífico anfiteato, em Roma, que recebeu o sangue do Santo Mártir.
(Excertos de Na Luz Perpetua, I, págs. 103 a 106)
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01.05.10
Peregrinação aos Lugares Santos e Igrejas da Europa.
Os fiéis que frequentam nosso mosteiro estão organizando uma peregrinação aos lugares santos e igrejas da Europa, que será realizada sob a direção de um dos nossos padres. De 26 de setembro a 15 de outubro iremos a Portugal, Itália, França e Espanha, visitando Roma, Paris, Lisboa, os santuários de Lourdes, Fátima, Lisieux, Assis, entre outros lugares. Tudo isto num ambiente de piedade e culto, com a celebração da Missa no rito romano tradicional.
Para mais detalhes, entrem em contato com a Sra. Maria do Socorro Cerchiari, principal encarregada da organização da viagem, pelos telefones: 3379-3228 ou 9142-5866. Quanto mais cêdo fôr a inscrição, melhores serão as condições de pagamento.
CNL – OPN
Ver folheto explicativo na página Peregrinação.
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12.21.09
Veritati nº3 – Boletim aos Amigos e Benfeitores da FBMV.
. O verdadeiro espírito do Natal.
. Comentários de D. Guéranger sobre as Missas de Natal.
. Vida e trabalhos do Mosteiro. VERITATI nº3
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11.19.09
Devoção dos Primeiros Sábados do Mês – Novidade.
Como nossos fiéis já sabem, uma das missas no Mosteiro de Nossa Senhora da Fé , na primeira sexta-feira e no primeiro sábado do mês, é celebrada às 8:00 hs da manhâ (a primeira é às 6:30 hs), para facilitar a vinda daqueles que desejam cumprir as belas e tão necessárias devoções reparadoras ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria.
Mas, para ajudar ao cumprimento da devoção dos primeiros sábados, de agora em diante o celebrante da missa de 8:00 hs fará também a meditação sobre os mistérios do Santo Rosário. Assim só restará ao fiel rezar um terço em reparação ao Imaculado Coração de Maria, para cumprir esta devoção.
In Corde Mariae.
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